Veganismo não é radicalismo! É sinal de evolução!

Existe um preconceito infundado de que todo vegano é radical e pode ficar doente por falta de proteína. Já foi comprovado que os vegetais podem substituír a carne, sem qualquer perda protéica. Passa da hora, portanto, de mudar os conceitos sobre o assunto. Avalie você mesmo as vantagens de ser vegano!

Origem do Veganismo

O dia mundial do veganismo é comemorado em primeiro de novembro. Em 1944, foi fundada a mais importante instituição veganista do planeta, a The Vegan Society. Em seus primeiros anos, a sociedade carecia de uma identidade mais firme sobre veganismo. Decidiu-se, então, que a proposta do veganismo seria lutar pela emancipação dos animais e pelo fim de seu sacrifício para satisfazer o homem! 

O lado cool do veganismo:

  • Para os animais - se os animais são seres que têm consciência, devem ter direito à vida. Ser vegano, significa não consumir, definitivamente, nada que tenha origem animal, além de peixes, crustáceos, insetos, produtos lácteos, ovos e mel. O couro, pele ou qualquer outro produto de origem animal devem ser, igualmente, banidos. Não se admite, também, a utilização de produtos de limpeza ou de beleza. A criação de animais para o abate, causa danos irreversíveis ao ecossistema, como desequilíbrio da biodiversidade, escassez de água doce e poluição de uma forma geral. Em suma, os animais merecem respeito!

  • Para a sua saúde - as dietas veganas são bem planejadas, seguindo regras alimentares equilibradas, pois contêm todos os nutrientes que nosso corpo precisa. Desmistifica certas alas que afirmam que nossa genética precisa da proteína da carne para não termos doenças. Instituições importantes, como a British Dietetic Association e American Academy of Nutrition and Dietetics, derrubam esses mitos, pois foi comprovado que o estilo de vida vegano contribui para a queda da pressão arterial para níveis ideais e baixa a taxa de colesterol. A galera vegana também teve reduzida a incidência de doenças cardíacas, de diabetes (tipo 2) e de alguns tipos de câncer. A variação de produtos orgânicos é extensa, Podemos citar alguns: grãos integrais, frutas, nozes, sementes e vegetais, ricos de fibras benéficas, vitaminas e minerais.

  • Para as pessoas - o consumo somente de plantas e seus derivados, é uma forma de sustentabilidade, pois a produção de comida vegana só necessita de 1/3 da terra necessária, quando comparada com a dieta de carne e leite. Com a crescente insegurança alimentar e hídrica global, devido a uma infinidade de problemas ambientais e socioeconômicos, este é o melhor momento para mudar seus hábitos alimentares! O movimento vegano é, ainda, um dos grandes responsáveis pela redução da pegada de carbono!

Com relação ao consumo de medicação, como o vegano deve agir?

Mesmo ciente que muitos remédios são testados em animais, o vegano não deve abrir mão de tomá-los, em prol da sua saúde.  O que se recomenda é, antes de comprar algum remédio, solicitar ao farmacêutico, uma lista dos medicamentos que não contenham gelatina ou lactose e que agem da mesma forma dos prescritos. Se isso não for possível, o melhor é abrir mão de seus princípios, temporariamente, pois a vida é mais importante.

Além do veganismo, existem outras variações para quem prefere consumir plantas comestíveis:

  • Flexitarianos: comem carne, pelo menos, durante três dias da semana.

  • Semi-vegetarianos: comem carne, somente durante alguns dias do mês.

  • Pesco-vegetarianos: não comem carne, mas só peixes e frutos do mar.

  • Ovo-lacto vegetarianos: não comem carne, mas só ovos e laticínios.

4 dicas para quem quer virar vegano

  1. Pesquise bastante:  primeiro de tudo, será pesquisar fundo, a fim de achar uma dieta vegana compatível com seu biotipo. 
  2. Consulte um profissional: é fundamental ouvir um especialista depois de ter achado a dieta ideal. Ele vai lhe dizer se está tudo ok ou vai corrigir eventuais carências nutricionais para achar o equilíbrio perfeito.
  3. Esqueça ou deixe de lado a zoação: a galera menos esclarecida, não perde a chance de zoar quem não come carne e outros derivado de animal. O melhor mesmo, é ignorar esses caras. Se achar oportuno, mostre o lado positivo do veganismo para tentar converter os caras menos radicais. 
  4. Ache um cardápio vegano variado: procure se informar com quem já está no ramo há mais tempo. Apesar do assunto ser comum hoje em dia, ainda deixa a desejar o número de locais que trabalham só com produtos veganos no Brasil. Com raras exceções, vai conseguir um suco de frutas numa lanchonete no bairro ou numa loja de fast food e olhe lá. Raras as padarias ou supermercados que vendem comida vegana. 

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